Você ou sua empresa foram notificados em uma execução fiscal?

Ser notificado ou citado em uma Execução Fiscal pode ser assustador especialmente quando existem riscos reais de bloqueios de contas, penhora de bens e outras cobranças agressivas.

Mas você pode se defender sem precisar sair de casa, com o apoio de um advogado especializado em Execuções Fiscais, capaz de analisar o seu caso e buscar a melhor estratégia.

O que fazer imediatamente se você foi citado em uma execução fiscal

Quando a Fazenda Pública ou o Fisco ajuíza uma execução fiscal, existem várias medidas legais que podem ser adotadas para buscar a proteção de seus direitos e reduzir os impactos dessa cobrança.

Embargos à Execução

A forma de defesa mais ampla para contestar a cobrança, discutindo aspectos como legalidade, excessos, erros de cálculo e possíveis nulidades na certidão de dívida.

Exceção de Pré-Executividade

Recurso rápido que permite apontar vícios formais e prescrição sem a necessidade de apresentar garantia, podendo até levar à extinção da execução.

Ação Anulatória de Débito Fiscal

Utilizada para pedir, independentemente da execução, que a cobrança seja anulada quando houver ilegalidades claras no débito tributário.

Mandado de Segurança

Ferramenta processual eficaz contra abusos ou ilegalidades flagrantes, como bloqueios indevidos de contas bancárias ou garantias sem respaldo legal.

Transação e Parcelamento

Negociações com o Fisco para fazer a dívida ser paga em condições mais favoráveis (como prazos maiores, entradas menores ou descontos quando possíveis).

Transação

Possibilidade legal de negociar a dívida com o Fisco, buscando parcelamentos mais adequados e redução de encargos, evitando medidas mais gravosas como bloqueios e penhora de bens.

Você tem pouquíssimo tempo para agir — e cada dia parado aumenta o risco de bloqueios e prejuízos irreversíveis

Após a notificação na execução fiscal, a empresa ou pessoa física possui apenas 5 (cinco) dias para pagar a dívida, oferecer bens à penhora ou apresentar defesa.

Confira abaixo o que pode acontecer se você não se defender rapidamente na execução fiscal:

Bloqueio imediato de contas bancárias (Sisbajud)

Valores em conta corrente, poupança, aplicações e até movimentações recentes podem ser congelados sem aviso prévio.

Penhora de faturamento da empresa

O juiz pode determinar que 5%, 10% ou até mais do faturamento bruto seja desviado mensalmente para quitar o débito — inviabilizando o fluxo de caixa.

Leilão de imóveis e bens da empresa ou da pessoa física (penhora e expropriação)

Veículos, máquinas, imóveis, equipamentos, estoque e outros bens podem ser penhorados e levados a leilão.

Restrição do CNPJ e impedimento de participar de licitações

Empresas com execuções fiscais não garantidas ou sem defesa podem ser impedidas de contratar com o poder público, perder certidões e serem inabilitadas em pregões e concorrências.

Inclusão em Dívida Ativa e restrição de crédito

O nome /CNPJ permanece negativado, gerando bloqueio de crédito, dificuldades bancárias, exigência de garantias e aumento de juros.

Aumento da dívida por juros, multas e honorários do ente público

A execução fiscal acrescenta honorários de 10%, além de juros e multas que fazem a dívida crescer rapidamente.

Ações por fraude ou ocultação de patrimônio

A falta de resposta pode levantar suspeita de tentativa de esvaziamento patrimonial, trazendo riscos de responsabilização pessoal dos sócios.

Risco real de fechamento da empresa

Com contas bloqueadas, faturamento penhorado e bens leiloados, muitas empresas não conseguem manter operações básicas.

Inclusão dos sócios no polo passivo (redirecionamento)

Se o juiz entender que houve irregularidade ou dissolução irregular, os sócios podem ter seus bens pessoais alcançados pela execução fiscal.

Conheça o especialista que irá atuar no seu caso.

Eduardo Meyer

OAB/SC 44.972

  • Bacharel em Direito, Universidade Regional de Blumenau (FURB), 2011–2015.
  • Pós-graduado em Advocacia Trabalhista e Previdenciária (UNISC), 2016–2018.
  • Pós-graduado em Direito Penal (IBMEC), 2022–2023.
  • Pós-graduado em Direito Administrativo (Gran Centro Universitário), 2023–2024.
  • Pós-graduando em Direito Constitucional, Direito Civil e Processo Civil (Gran Centro Universitário), 2025–2026.
  • Procurador Municipal
  • Aprovado em concursos públicos
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Por que contar com um advogado especialista em execução fiscal

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Todo o acompanhamento do seu caso é feito de forma digital, com praticidade, segurança e sem necessidade de deslocamentos.

Atuação focada em execuções fiscais de alto impacto

Experiência na condução de cobranças fiscais complexas, especialmente aquelas que envolvem valores elevados e riscos patrimoniais.

Análise individual e estratégica do seu caso

Cada execução fiscal é estudada de forma específica, buscando identificar nulidades, excessos e a melhor medida jurídica a ser adotada.

Clareza na comunicação e orientação direta

Você recebe explicações objetivas sobre a sua situação, entendendo riscos, alternativas e próximos passos, sem linguagem técnica excessiva.

Rapidez no primeiro atendimento

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Atuação preventiva e defensiva

Além da defesa na execução fiscal, são avaliadas medidas para evitar novos bloqueios, penhoras ou agravamento da cobrança.

Atuação profissional vinculada à advocacia pública e ao contencioso tributário

Atua como Procurador Municipal, com experiência institucional na cobrança judicial da dívida ativa e no funcionamento das execuções fiscais, o que contribui para uma análise técnica qualificada dos procedimentos e das estratégias adotadas pelo ente público.

Perguntas Frequentes

Confira algumas perguntas frequentes que recebemos em nosso escritório.

Significa que o Fisco iniciou uma cobrança judicial de um débito tributário. A partir disso, existem prazos e medidas legais que podem ser adotadas para defesa e proteção do patrimônio.

Sim. Caso não haja manifestação ou defesa adequada, podem ocorrer bloqueios de contas bancárias, penhora de bens ou outras medidas de cobrança.

Em muitos casos, sim. Dependendo da situação, é possível questionar valores, prazos, legalidade da dívida ou até a forma como a execução foi proposta.

Nem sempre. Algumas medidas permitem a defesa sem a necessidade de depósito, seguro ou penhora, a depender do tipo de irregularidade identificada.

Sim. Em determinadas situações, é possível buscar parcelamento ou transação com o Fisco, evitando ou reduzindo os efeitos da execução fiscal.

Não. Execuções fiscais variam conforme o ente cobrador, o tipo de tributo e o histórico do débito. Por isso, a análise individual é fundamental.

Em regra, a aposentadoria é impenhorável por servir à subsistência. Contudo, o sistema judicial pode bloquear valores caso não identifique a origem da verba, ou se entender que o valor é muito elevado e não compromete o sustento. A análise caso a caso é essencial para proteger seu patrimônio.

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